Pode olhar bem pra mim. Pra minha cara. Marque-a. Desenhe-a. Risque-a. Rabisque-a. Atire umas verdades nesse rosto falso. Estapeie-o. Esmurre-o. Morda-o. Quebre-o. Depois olhe meu corpo esbranquiçado. Pinte-o de roxo. Destrua-o. Faça-o em pedaços mínimos. Faça-me desaparecer inteiro; Inteiro. E pra que tudo isso? Qual motivo? Eu sou o bandido procurado do faroeste. Eu sou aquele que tem que cair morto no final dos contos infantis. Eu sou desproporcional ao que é aceitável.